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Consultor, Facilitador, Growth Hacker, Acelerador. Qual o profissional certo para o seu objetivo?

Você certamente já ouviu falar de Consultor - quem sabe até já contratou um. Mas e Facilitador? Ou Acelerador? Ou Growth Hacker? Quem são esses profissionais? O que eles fazem? (não, aqui não entra como vivem e do que se alimentam).

Qual o ideal então?


Nuances e especificidades à parte, os quatro têm muito em comum: pessoas que dominam um assunto (ou vários!) e guiarão seu cliente pelo melhor caminho até o seu objetivo. Aliás, você sabe qual o seu? Nuances e especificidades à parte, os quatro têm muito em comum: pessoas que dominam um assunto (ou vários!) e guiarão seu cliente pelo melhor caminho até o seu objetivo. Aliás, você sabe qual o seu?


1. O Consultor:


No caso do Consultor, que por definição é alguém que dá um parecer, fornece subsídios, sugere ou aconselha, a ideia é que ele entenda o negócio - ou o contexto da situação a ser desenvolvida - e traga soluções ou alternativas para alcançar o objetivo pretendido: aumentar vendas, melhorar um equipamento, reestruturar uma empresa e assim por diante.

O Consultor, de acordo com o seu contrato, pode ou não acompanhar a implementação e resultados das soluções que ele sugeriu. Aqui é importante que quem contrata um consultor tenha claro qual o papel que ele irá desempenhar e quais os resultados esperados e, o principal: não adianta contratar um consultor para ter um relatório bacana na gaveta. É tipo academia: se quer resultados, não basta estar matriculado, precisa fazer os exercícios.


2. O Facilitador


A palavra “Facilitador” vem se popularizando nos últimos anos. Como o próprio nome diz, é alguém que irá facilitar alguma coisa. Mas o que?


Temos o Facilitador que atua como um moderador, conduzindo, por exemplo, dinâmicas de grupo, discussões e aulas. Ele atua como uma espécie de âncora para esclarecer dúvidas e ajudar o grupo a manter o foco no assunto proposto.


Mas também temos o facilitador que atua de forma mais estratégica, como em processos de Planejamento Estratégico de Empresas, Design Thinking ou mesmo Workshops. Nesse caso, o Facilitador, trabalhará junto com a equipe envolvida para melhorar processos, estruturar soluções ou desenvolver a estratégia adequada de acordo com o objetivo pretendido.


Assim como o Consultor, a profundidade e extensão do trabalho do Facilitador dependem daquilo que o cliente contrata. Ele pode simplesmente gerar um relatório com insights, ele pode elaborar uma estratégia com base no trabalho que realizou junto com a equipe ou ele pode coordenar a implementação e mensuração dos resultados daquilo que foi implementado.


3. O Acelerador ou O Growth Hacker


Porque juntei esses dois termos? Vamos lá!


Primeiro vamos à desambiguação: ao falar em acelerador, não estou falando aqui das aceleradoras voltadas ao desenvolvimento de startups.


Dito isso, o Acelerador de quem falo aqui, é alguém que irá conduzir o desenvolvimento

da marca, do negócio, de um processo, de um produto ou de um serviço - em qualquer estágio, a qualquer momento - para que o objetivo pretendido seja alcançado mais rapidamente.


Na verdade, pensando em Growth Hacker, não consigo achar uma descrição melhor do que a que acabei de dar para o Acelerador - sorry.


Continuando, (ATENÇÃO, a frase a seguir é controversa e pode desencadear emoções variadas no leitor:)

o trabalho do Acelerador e do Growth Hacker é comumente associado ao universo do marketing digital (possivelmente pela velocidade dos resultados e métricas para avaliação) - mas a aplicação é muito mais ampla! O importante é ter em mente que as estratégias e ações devem ser baseadas na análise de dados - sejam eles pré existentes ou obtidos pela realização de testes.

Obviamente testes online são, em geral, mais rápidos, tanto na sua implementação quanto na sua mensuração (alcance de postagens, rankeamento de websites, cliques em páginas, engajamento de usuários…). Mas, no mundo offline, podemos, por exemplo, testar sabores em degustações, produtividade de equipamentos, aceitação de design de embalagem, layout de lojas, enfim, o importante é testar e aprender rápido.


Então


Muitos são os profissionais que surgiram nas últimas décadas e muitos mais surgirão nas próximas, porém, usando Lavoisier (uma ajudinha para aqueles que não lembram dessa aula) como referência: nada se cria, tudo se transforma. Ou seja, de acordo com a cultura e necessidade, empresas e profissionais se adaptam fazendo “releituras” das mais diversas atividades.


A democratização da informação associada à diversidade de demandas de mercado tornou possível a segmentação e especialização de profissionais para atender necessidades específicas de cada setor.


Voltando à pergunta do segundo parágrafo, você sabe qual o seu objetivo? Quando falamos em consultoria, assessoria (opa, essa palavra nem havia sido mencionada por aqui ainda!), aceleração, hacks e afins, o assunto é tão amplo que temos que ter claro qual o objetivo a ser atingido para então encontrar o profissional certo.


Tenha em mente que não é uma questão de título, mas sim de conhecimento


Nossa cultura está se transformando e ser diferente é normal. Todos trabalham diferente, todos são únicos, todos pensam fora da caixa - da sua própria caixa. Nesse contexto, profissionais e empresas buscam meios de se destacar e chamar a atenção do seu público - e não há uma fronteira definida limitando a atuação de cada profissional.


Profissional bom é aquele que funciona para você!

Antes de contratar, questione, esclareça objetivos, verifique métricas, entenda o processo e certifique-se de que há empatia (e até simpatia) entre os envolvidos. Você conhece a frase “O combinado não sai caro”? Quanto mais alinhados você e quem você contratar estiverem, menor a chance de desencontros e frustrações.