Vida longa ao Design Gráfico - Parte I

Vamos falar de design? Como definir esse termo utilizado para promover tantas atividades: design de interiores, design de moda, design de embalagem, design de projetos, “design-do-quê-quiser” :) #design #designgrafico

Se, por definição geral, design é a


resolução e criação de soluções para problemas que necessitam de um projeto onde o resultado final será um produto dotado de conceito, forma e utilidade,

a palavra “design” pode gerar expectativas altas! Aliás, para muitos, o termo somente deveria ser utilizado para referenciar o belo, funcional, harmonioso, com propósito de resolver algum problema. Se o problema a ser resolvido demanda uma solução gráfica, ou peça digital para uso e divulgação em rede social, então utilizamos de design gráfico ou digital.

Por exemplo, na divulgação de um produto que será lançado no mercado: existe marca, design de peça publicitária para mídia impressa e digital tendo em si uma identidade visual planejada, com objetivo claro, harmoniosa e que expresse características do produto a ser divulgado.


Design Gráfico X Arte


Há uma etapa de projeto para design gráfico que diferencia claramente o design de arte: analisar o público, determinar o propósito de sua mensagem, decidir onde e como sua mensagem aparecerá, estabelecer metas, organizar texto e gráficos, escolher um formato adequado e layout, selecionar fontes adequadas (análise de tipografia coerente com demais elementos e conceitos), adicionar e manipular gráficos, organizar texto e gráficos, corrigir provas, refinar e afinar (o toque final: após conferir amostras, sempre podemos melhorar o acabamento).


Dica: nunca confie somente em seu arquivo digital durante o desenvolvimento de uma peça que será utilizada para meio impresso. O teste de impressão, mockup físico, prova e fechamentos devem ser analisados e executados com cuidado para evitar desperdícios e retrabalhos. A prova física sempre permite uma visão mais clara e diferente da digital.



Execução


Na etapa de execução, é importante que algumas diretrizes organizacionais sejam observadas para que o resultado final da peça comunique o que de fato se pretende:


  • O tamanho de cada elemento – criação em tamanho adequado, pois ajustes podem modificar o objetivo do design;

  • Hierarquia e coerência na formatação;

  • Agrupamento das informações;

  • Peso de cada fonte (logo, chamadas visuais, texto de apoio, clareza);

  • Espaço em branco para fins de design;

  • Informações importantes no canto superior esquerdo se os demais elementos estiverem harmonizados, porque cada disposição exige uma formatação;

  • Acabamento e destaque para as informações mais relevantes;

  • Chamar a atenção para as listas de itens;

  • Cores ou contraste para separar ou enfatizar;

  • O mínimo possível de elementos que possam dizer muito. Menos pode ser mais.


Cada uma destas diretrizes pode gerar horas de análise e discussão.


Humildemente, com meus 22 anos aprendendo e trabalhando diretamente com design, posso afirmar que o bom designer tem maturidade e expertise quando sabe enriquecer detalhes, não exagera em elementos e informações pouco relevantes e sim, direciona atenção do observador para objetivo da peça, tendo clareza e delicadeza com seu acabamento.


Bons designers sabem que sempre há mais para aprender e que a atualização requer reciclagem e mudança constantes da sua visão sobre o mundo.

Finalmente


Não existe receita pronta para uma boa peça, mas utilizar elementos como: linhas, formas, texturas, espaço em branco, variação de tamanho, contraste, cor e cortes diferenciados em elementos pode ajudar muito a destacar certas informações.


Trabalhar com figuras e formas geométricas é um bom princípio de criação. Tive a honra de trabalhar e conhecer um senhor especialista em design que dizia: toda forma inicia de uma figura geométrica.


E o que é forma?


Qualquer coisa que tenha altura e largura. Formas geométricas são regulares e estruturadas. Funcionam muito bem como blocos de construção para o projeto gráfico. Formas naturais são irregulares e fluídas. Formas abstratas são versões simplificadas de formas naturais. Tendo este conceito em mente fica mais fácil iniciar um projeto.


E então?


Poderia discorrer infinitamente sobre design. Aliás, a literatura disponível sobre o tema é vasta! - até porque sua evolução é constante. Mas não é essa a intenção desse post. Design combina o objetivo e o subjetivo.

Objetivamente, podemos estabelecer métodos para criar peças "agradáveis", porém, subjetivamente, não podemos nos despir dos nossos gostos pessoais, da nossa bagagem cultural. Da mesma forma, também não controlamos a reação e a interpretação de quem vê.

Em outro post, falo um pouco mais sobre os princípios de design. Confira!


Janclei Fromming, CEO agW2M Marketing

Especialista em Marketing, Publicitário,

Especializado em Design Criativo, Consultor de Empresas.

Se você é empresário, observe sua empresa como um todo, onde áreas administrativas, marketing e pessoal fortalecem a unidade da sua empresa. Se é profissional, busque aprender sobre gestão de seus projetos: hoje o mundo busca profissionais com capacidade “plural”, capazes de realizar várias atividades e com motivação para tal.


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